Conhecendo a Suíça brasileira

173 km separam a cidade São Paulo de um dos destinos mais procurados por turistas de todo país: Campos do Jordão. Localizado na Serra da Mantiqueira, o mais alto município brasileiro tem muitas atrações para os turistas de todas as idades.

Mas, para quem acredita que o destino só é bom dias frios, o Vira Cidade pode provar o contrário! Visitamos a cidade e selecionamos os melhores destinos pra você aproveitar tudo que ela oferece

Ducha de Prata

A cachoeira é um dos pontos mais procurados pelos turistas que chegam à cidade. Em meio à natureza, as águas da Ducha deliciam os visitantes que podem utilizar as plataformas de madeira para tomar banhos (muito!) frios. A entrada é franca, mas as atividades de arvorismo que existem no local são pagas.

O arvorismo é uma das opções de lazer na Ducha de Prata

O arvorismo é uma das opções de lazer na Ducha de Prata

Bondinho

Ao embarcar no bondinho, o visitante tem a oportunidade de saber a história da estrada de ferro da cidade. Com um trecho de quatro quilômetros e preço bem acessível, o passeio dura cerca de meia hora e passa pelas principais vilas da cidade: Capivari, Jaguaribe e Abernéssia.

Morro do Elefante e Teleférico

Uma das alternativas para chegar ao Morro do Elefante é usar o teleférico da cidade ao custo de R$ 10. Ao começar a subida, é impossível não se impressionar com a paisagem! Ao chegar no Morro do Elefante, o turista tem uma visão que dificilmente encontrará em qualquer outro lugar do país. Além das lojinhas de lembranças, há ainda as lanchonetes para os que desejam apreciar a vista ao máximo. Se preferir subir de carro, a entrada no parque é gratuita.

Um pedacinho da Suíça brasileira visto do Morro do Elefante

Um pedacinho da Suíça brasileira visto do Morro do Elefante

Vila Capivari

Se você deseja fazer compras e apreciar boa gastronomia, você está no lugar certo. Além das praças com atrações culturais, pode-se encontrar lojas, boutiques e os mais renomados restaurantes da região. Se quiser explorar a rehião, você pode embarcar nos carros de passeio e conhecer muitos outros pontos importantes da cidade.

E aí? Gostou do nosso aperitivo de Campos do Jordão? Então, é hora de aproveitar que o final de semana está aí e curtir um dos melhores destinos de nosso estado.

Mão na Roda, uma oficina para todos

O projeto Mão na Roda surgiu inspirado em oficinas comunitárias de bicicleta presentes em outros países. A Ciclocidade foi a primeira associação a apoiar o movimento e com isso as ações do projeto começaram a ganhar mais estrutura.

O desenvolvimento do projeto se deu através do trabalho voluntário, contando com o oferecimento de espaço para a realização da oficina, doação de ferramentas para os consertos e materiais necessários.

A primeira oficina foi aberta no Espaço Contraponto, na Vila Madalena, em 2010. Em junho de 2013, foi aberta a segunda unidade da oficina, no CCJ (Centro Cultural da Juventude), localizado na Vila Nova Cachoeirinha. A mais recente foi inaugurada em julho deste ano, no Centro Cultural São Paulo, no Paraíso.

Além das três oficinas físicas, que possuem uma estrutura completa e com várias ferramentas, o projeto também conta com as oficinas itinerantes, quando parte da estrutura da oficina é levada para diversos locais na cidade. Um dos objetivos em longo prazo é estender a abrangência das oficinas itinerantes, para que todos tenham a oportunidade de participar sem precisar de muito deslocamento.

Para Mathias Fingermann, um dos organizadores, a oficina comunitária de bicicleta é um espaço de troca de conhecimento. As pessoas aprendem a consertar suas próprias bicicletas pondo a mão na massa e também trocam de ideias e reflexões sobre a prática do ciclismo e a relação da bicicleta com a cidade e o trânsito.

Participante colocando a mão na massa!

Participante colocando a mão na massa!

As oficinas recebem todos os tipos de público e ensinam a fazer vários tipos de reparos. Para participar basta levar a própria bicicleta ou observar as outras pessoas mexendo. Os oficineiros ensinam desde coisas simples, como regulagem de freio, até coisas mais complexas, como manutenção das partes internas da bicicleta.

O projeto Mão na Roda é mantido através de trabalho voluntário – com a organização, participação e limpeza das oficinas, criação de panfletos e atendimento ao público -, doações de ferramentas e materiais para a oficina e arrecadação coletiva de fundos.

Leve sua bicicleta e Mão na Roda!

Locais e horários:

Espaço Contraponto (zona oeste)

Quintas-feiras, das 19h às 22h30

Rua. Medeiros de Albuquerque, 55 – Vila Madalena

http://contraponto55.ato.br/

Centro Cultural da Juventude (zona norte)

Sábados, das 10h às 14h

Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641 – Vila Nova Cachoeirinha

http://www.ccj.art.br/

Centro Cultural São Paulo (centro)

Terças-feiras, das 19h às 22h

Domingos, das 14h às 18h

Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso

http://www.centrocultural.sp.gov.br/

Mão na roda

Página oficial: http://www.ciclocidade.org.br/maonaroda

Facebook: https://www.facebook.com/maonarodaciclocidade

Beco do Batman

O Beco do Batman é conhecido por ser uma galeria de grafiti a céu aberto (uma das maiores de São Paulo). Localizado na Vila Madalena, entre as ruas Gonçalo Afonso e Medeiros de Albuquerque, o beco é ponto turístico na cidade e chama atenção pela variedade de estilos e cores que se misturam em uma harmonia rara na cidade.

Sua história começou quando, nos anos 1980, foi encontrada uma pintura do Batman na rua Gonçalo Afonso. Essa “aparição” instigou estudantes de arte que transformaram o beco no que ele é hoje. Apesar de não ser uma galeria formal, existem algumas regras que mantém o regime de autogestão pelo qual o beco é famoso: uma pessoa só pode grafitar por cima de outro grafite de o autor deste permitir.

Confira alguns dos grafites que estiveram lá em agosto (lembrando que é uma exposição dinâmica, o que nos estimula a visitar o local várias vezes):

Visite!

“É possível fazer cinema bom e barato”

Pedro Asbeg - Escritor, diretor e cozinheiro nas horas vagas Crédito: Divulgação

Pedro Asbeg – Escritor, diretor e cozinheiro nas horas vagas
Crédito: Divulgação

Pedro Asbeg é documentarista, roteirista, produtor e montador, além disso, escreve livros de culinária, apenas como hobby. A produção mais recente de Pedro é o curta Democracia em Preto e Branco que relaciona o período da democracia corinthiana, com a redemocratização do país e o cenário do rock nacional dos anos 1980. Nascido em Londres, Pedro se considera brasileiro e desde pequeno teve influência de seu pai para entrar no mundo do cinema.

Nesta conversa, Pedro Asbeg falou sobre suas influências no cinema, como anda o cinema nacional e as maiores dificuldades que encontrou em sua carreira.

Vira Cidade: Você nasceu em Londres não é?

Pedro Asbeg: Sim. Nasci em Londres, mas morei só dois anos lá quando eu era moleque. Depois voltei para lá e morei mais quatro anos estudando, mas, na verdade, eu só nasci em Londres, sou brasileiro.

VC: Como você começou sua carreira como cineasta?

PA: Bom, sou formado em cinema pela US MINISTRY University e, já na faculdade, comecei a me interessar por documentário. Antes de começar profissionalmente na TV ZIDERO já tinha feito outros estágios mais curtos em outras produtoras e muitas coisas como trabalho de férias porque meu pai também trabalha com cinema e televisão. Então, volta e meia pra me entreter nas férias quando não tinha nada pra fazer, eu acabava indo pra produtora de amigos do meu pai. Ficava lá saindo com a equipe, carregando tripé ou decupando material numa ilha aberta, coisas assim bem simples mas que já foram me dando um certo gostinho.

Voltei pro Brasil em 2000 e comecei uma produtora com um amigo por dez anos chamado Felipe Nepomuceno, uma produtora chamada Raça Filmes. E ali a gente começou a produzir nossos próprios curtas e tal e eu comecei a trabalhar cada vez mais com documentário e aos poucos eu fui percebendo que era isso mesmo que eu gostava e felizmente eu consigo trabalhar com isso até hoje.

VC: E quais foram suas maiores influências no cinema?

PA: Caramba! É engraçado porque eu adoro documentário, mas eu diria que minha maior influência é o Scorsese. Quando eu comecei a assistir “Touro Indomável” e “Táxi Driver” e “Club Felas” e tal. Esses filmes foram realmente muito marcantes naquilo que eu queria fazer, mesmo sabendo que aquilo era ficção e que eu queria trabalhar com documentário. Eu gosto muito do cinema de Hollywood da década de 60 e 70.

De documentário eu diria que, mais do que diretores, alguns filmes pra mim foram muito marcantes e me influenciaram muito. Por exemplo “Richard 3º” que é um filme do Al Pacino que eu acho incrível e que me inspirou muito pra fazer o “Mentiras Sinceras”, que é meu primeiro longa. “Ônibus 174”, do José Padilha, que eu acho “fodão”. “Notícias de Uma Guerra Particular” eu acho um grande filme. Eu acho que todos esses trabalhos que eu mencionei que

eles têm em comum essa maneira um pouco mais simples de fazer as coisas e falar “pô, é possível fazer”. Bem feito, mas fazer simples. E principalmente é possível produzir sem ter tanta grana, sabe por que senão a gente fica engessado achando que só consegue sair de casa se tiver tudo adiantado, antecipado. O próprio “Democracia” é um caso desses em que se eu tivesse esperado a grana sair eu não tinha rodado nada, não tinha na verdade nem mesmo…

VC: Tirado o projeto do papel não é?

PA: É. Em 2010, por exemplo, a gente não tinha grana. Em 2011 a gente conseguiu uma graninha via crowdfunding. Ou seja, esse tipo de situação que é comum pra quem faz cinema e principalmente quem faz documentário. Aproveitar a situação foi o que sempre me norteou, inclusive o nome da produtora era Raça Filmes. Ou seja: a gente precisava fazer na raça.

VC: Sobre o Cinema Novo nacional. Você se identifica com ele? É porque eu vi que você falou assim…a sua ideia é muito “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça” não é?.

PA: Olha, eu acho que me identifico na ideologia não na estética. Eu não sou um cara que tem essa capacidade de abstração como alguns daqueles cineastas tinham naquele momento. O Glauber e tantos outros mantiveram ali um estilo, claro, não por tanto tempo, mas mantiveram ali o seu caminho estético e narrativo. Eu, nesse ponto, não me identifico tanto, mas na questão de ter a vontade e correr atrás e fazer com aquilo que é possível, fazer com aquilo que você tem na hora, isso sem dúvida eu me identifico muito. Um pouco como dogma também, dogma dinamarquês. Ou seja: é possível fazer cinema bom e barato.

VC: E sobre o Glauber, o que você acha da obra dele?

PA: Eu diria que ele é um cara que eu admiro pelo trabalho e é um cara que teve um grande valor por cinema brasileiro, mas com o qual eu não me identifico na estética e na narrativa.

VC: E já que você ta muito no meio do cinema, dos documentários e até do próprio cinema convencional, você acredita que o cinema no Brasil hoje está distante ou está mais próximo do Cinema Novo?

PA: Ah, sem dúvida está mais distante. O cinema brasileiro hoje em dia, por uma questão também de mudanças de tempos e hábitos, está mais voltado pra questão comercial e formação de um público garantido, que vai pagar entrada de cinema. Até os editais já se colocam de uma forma a filtrar um cinema mais autoral e colocar como exigência a sua capacidade de atrair público e aí é natural que pessoas que tenham um interesse em fazer um cinema que não seja tão óbvio e tão mastigado acabam tendo mais dificuldade em fazer seus próprios filmes.

VC:  Você acha que o brasileiro não aprecia muito o cinema nacional?

PA: Hoje em dia eu acho que as pessoas tão perdendo o hábito de ir ao cinema de uma forma geral principalmente por conta do “vídeo on demand”, mas acho que as pessoas querem basicamente ser entretidas, querem chegar em casa e não pensar muito na vida e acho que isso é oferecido, muitas vezes, por cinema americano, Hollywood, mas também pelo cinema brasileiro. Vide os maiores sucessos de bilheteria dos últimos tempos. São todas comédias sem grandes questionamentos. Isso mostra que as pessoas querem sim ver filmes, mas não necessariamente de um determinado gênero. Eu acho que a gente precisa ultrapassar ainda é a questão da diferença entre entretenimento e cinema com um pouquinho mais de…

VC: Um cinema contestador?

PA: Pois é, que seja contestador ou mesmo que só minimamente questionador, que de alguma forma sirva pra pessoa assistir o trabalho e saia da sala querendo continuar falando a respeito daquilo. E que depois gere conhecimento, gere discussão. Eu acho que nesse ponto é verdade, muita gente não quer ver esse tipo de trabalho. Mas eu acho que hoje em dia já se fazem filmes brasileiros com um nível de produção muito alto e, de alguma maneira, essa sensação de que as pessoas não gostam do cinema brasileiro porque cinema brasileiro tem muito palavrão e é malfeito existiu, sei lá, na década de 80, início da década de 90 quando a gente ainda tinha como referência pornochanchada e certo declínio técnico do cinema de um modo geral produzido aqui no Brasil. Hoje em dia eu não sinto mais isso tanto não, eu acho que, se o cara quer, ele vai ver o filme brasileiro. Em geral vai ver porque tem o Leandro Hassum ou porque tem o Paulo Gustavo…É importante a gente ter indústria de cinema e essa indústria só vai existir também tendo esses filmes porque esses filmes levam público, geram, criam, educam público. Ao mesmo tempo, permitem que outros filmes sejam produzidos. O problema é que muitas vezes estabelece-se que só querem ser feitos e vistos esse filmes e esse que é o problema.

VC:  Dos documentários ou dos curtas que você já produziu qual você sentiu mais dificuldade em produzir e quais foram essas dificuldades?

PA: Olha, eu acho que os curtas tinham uma dificuldade em comum que era o fato de não tem grana. Nenhum curta que eu fiz durante todos os dez anos da Raça Filmes foi patrocinado ou financiado de alguma maneira. Por outro lado, diria de uma forma geral, o que mais deu trabalho foi o “Democracia” tanto pelo fato dele ter sido um filme que teve um ciclo de quatro anos, então isso naturalmente já era um desafio. Mas também ele era muito rico em arquivos e acho que isso, infelizmente no Brasil, ainda é um grande problema e é um gerador de dor de cabeça gigantesco. Então, atualmente olhando assim pros trabalhos que eu já fiz, eu diria que o “Democracia” foi o que deu mais trabalho.

Roupa Nova volta à grande São Paulo!

No dia 27 de junho a banda Roupa Nova volta à São Bernardo do Campo e, à bordo do show “Cruzeiro Roupa Nova, embala o público com a excelente mistura de clássicos que marcaram a carreira com as músicas mais novas da banda, como “Meu Sentimento Voa Muito Mais”.

Com mais de 30 anos de carreira, o Roupa Nova é uma das bandas recordistas em emplacar músicas nas telenovelas brasileiras. O grupo começou sua lista de sucessos com a música “Canção de Verão” ainda na década de 80 e, desde então, continua com seus hits nas paradas de sucesso.

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No show no Restaurante São Judas, o grupo promete cantar novas músicas como “Tenha Fé na Música” e “Frisson”, além de clássicos como “Dona”, “Sapato Velho” e “Todo Azul do Mar”. O ambiente do show, que simula o cruzeiro em que foi gravado o DVD homônimo, faz com que o público se sinta em show do Roupa em alto mar.

O conjunto formado por Cleberson, Paulinho, Kiko, Feghali, Nando e Serginho já lançou 22 CDs e 5 DVDs, alcançando a marca de mais de cinco milhões de produtos vendidos.

Mas, para quem quiser conferir este maravilhoso espetáculo, é melhor se apressar. Restam apenas os últimos ingressos por preços que variam de R$ 150 à R$ 320 e podem ser adquiridos pelo site www.restaurantesaojudas.com.br. O Restaurante São Judas fica na Avenida Maria Servidei Demarchi, 1749 – Bairro Demarchi, em São Bernardo do Campo.

Parque Buenos Aires – Museu ao ar livre

O Parque Buenos Aires foi criado em 1913 pelo arquiteto e paisagista francês Bouvard . O objetivo principal da construção era a manutenção da vista sobre o Vale do Pacaembu. Localizado no Higienópolis, um dos bairros mais tradicionais de São Paulo,  o parque tem uma área verde bem grande e mais parece um museu ao ar livre.

Confira a fotorreportagem abaixo!

 
Avenida Angélica, s/nº (altura do nº 1500) – Higienópolis
Subprefeitura Sé
Área: 25.000 m²
Funcionamento: diariamente das 6h às 19h
Fone/Fax: (11) 3666-8032
 

As cores, os tons e os sons de Embu

Embu das Artes é um município localizado no estado de São Paulo e fica a aproximadamente 30 quilômetros da capital paulistana. O local é conhecido por acolher artistas de todos os tipos e estilos e é caracterizado como ponto turístico.

O lugar conta com uma bagagem histórica e cultural, que o fez ser o que é hoje. Inicialmente a região era habitada por índios tupiniquins, passou pelas mãos de Fernão Dias e também da Companhia de Jesus, uma ordem religiosa.

Seu tom artístico se iniciou com visitas de grandes artistas do Movimento Modernista, como Oswald Andrade e Tarsila do Amaral. A tradição artística se concretizou através do Primeiro Salão de Artes em 1964, ganhando visibilidade dentro e fora do Brasil.

Desde 1969 até então o município realiza sua Feira de Artes e Artesanato todos os finais de semana. A Feira conta com uma grande diversidade artística e artesanal, que vai desde barracas de comida de rua, como tapioca, churros e pastel, até barracas de artesanato, com roupas personalizadas, bijuterias, pedras, incensos, e objetos de decoração.

A arte não é vista somente nas barracas, mas também nas ruas e nas praças, espalhada por todo o município. Podem-se notar vários quadros artísticos que compõem as cenas de Embu, que vão desde pinturas abstratas, até pinturas de animais e paisagens. Além disso, por cada esquina que o visitante passa se depara com um musicista, que pode ser um flautista, um violinista, ou um cantor com seu violão.

O que mais chama atenção em Embu é diversidade artística que se encontra lá. São muitas cores, muitos tons e muitos sons que chamam a atenção para os olhares dos turistas. Para qualquer pessoa que aprecie um pouco de arte é uma experiência encantadora visitar um núcleo artístico como Embu das Artes.

Venda de arranjos para decoração em Embu